Segundo o site Máquina do Esporte, a Adidas fez oferta de R$ 350 milhões por um contrato de dez anos ao Flamengo para substituir a Olympikus, atual fornecedora de material esportivo do clube.
A empresa estaria disposta a pagar a multa rescisória de R$ 10 milhões existente no contrato entre Flamengo e Vulcabras/Azaleia, detentora das marcas Olympikus e Reebok no Brasil. Com a realização da Copa do Mundo em 2014, a Adidas incluiu na proposta a ideia de montar um "QG da Copa" no Rio de Janeiro e reformar as estruturas do clube.
O acordo estaria sendo costurado pela Traffic, parceira do clube, diretamente entre a matriz da companhia, na Alemanha, e Patricia Amorim, presidente rubro-negra.
O negócio ainda não foi oficializado, mas a conversa estaria em estágio avançado, tudo sem o conhecimento da Olympikus. O LANCE! procurou a Traffic, que negou qualquer envolvimento em uma possível transação entre Adidas e Flamengo.
Um dos dirigentes mais importantes da atual gestão de Patricia Amorim também fez contato com outra empresa. Em viagem à Europa, ele teve reuniões com executivos da Nike, que se mostraram dispostos a pagar muito mais do que os R$ 21 milhões da Olympikus e a multa rescisória de R$ 10 milhões.
Porém, o nome da Nike não é nem um pouco bem visto dentro do Flamengo por inúmeros fatores, como atraso no pagamento e até falta de material nos anos em que foi parceira do Rubro-Negro. O rompimento do contrato foi bem traumático.
A presidente Patricia Amorim já deixou claro que não pretende terminar a parceria com a Olympikus, que se estende até 2014 e vai muito além do valor pago por ano. A empresa está construindo o museu do Flamengo, que deve ficar pronto em 2012 e ainda ajuda a pagar parte do salário do atacante Deivid.
Além disso, a Olympikus revolucionou a forma de vender camisas do Flamengo por todo o Brasil. Nos cinco primeiros meses de contrato, a Olympikus vendeu 1,1 milhão de camisas, contando com a ajuda de que o time foi campeão brasileiro. O Flamengo lucra 4% por cada peça.
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